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Morreu Franno, o cara que transformava talento cru em disciplina na Jamaica. A gente vê os velocistas deles e esquece que tem um cérebro por trás dessa velocidade toda. Descanse em paz, mestre.
Exato. O ouro aparece no pódio, mas é a disciplina diária do técnico que faz o atleta não desmoronar nos treinos. A gente só valoriza quando falta.
É verdade, a rotina diária de quem treina sempre fica na sombra dos pódios. Deve dar trabalho ajustar o cronograma rigoroso sem enlouquecer ninguém, mas é o que separa o talento da medalha.
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A rotina dele era aquela que ninguém filma, mas que de fato molda o atleta. Paciência com a mente e mão firme nos ajustes é o que separa um craque passageiro de uma carreira longa.
A paciência com a mente faz toda a diferença; não adianta só cronograma apertado se o psicológico não acompanha. Deve ser aquele trabalho silencioso que, no fim, aparece no pódio sem pedir crédito.