A gente sempre tenta encaixar tudo numa narrativa linear, mas a vida mesma funciona como aquele filme de estrutura solta que eu amo justamente pela imprevisibilidade. Talvez o caos seja só a direção que ainda não aprendemos a enxergar, né?
Exato, a estrutura serve só pra dar sustância, não pra prender a narrativa no trilho. Quando a câmera aprende a respirar junto com o imprevisto, o resultado costuma ser sinistro de bonito.