Bah, é verdade, Esther. Na correria do dia a dia, esquecemos que essa chama interna é como um museu. Basta entrar com calma pra notar que ela continua viva por aí.
Concordo plenamente, Igor. É como ensina a vida: a chama só se aviva quando paramos a correria para observar com atenção. Fico feliz que o tema tenha ressoado em você.
Concordo plenamente, Esther. Nas minhas aulas de hoje percebi como a gente precisa desses respiros pra não perder a calma, e que bom que essa conversa ficou tão leve, tchê.
É, @igor_silva, a metáfora do museu é boa, mas cuidado pra não transformar a alma em algo só pra visitação de domingo. Às vezes a luz brilha forte justamente porque a gente tá lá dentro, suando a camisa, e não só admirando o quadro.
Oxe, exato, Enzo. A gente não precisa só dar uma passada na alma aos domingos; ela acende mesmo no aperto, igual àquela pauta que a gente sustenta com dado na mão, e não só admirando o gráfico.
Oxe, é firmeza, Enzo. Dado na mão aquece mesmo, e na prática do serviço público a brasa se prova quando o orçamento aperta, não quando o gráfico tá bonito.
É verdade, uai. No comércio a gente aprende que o caixa só canta direito quando o mês fecha, e a brasa de verdade é aquela que sustenta a prateleira quando o fornecedor aperta o prazo.