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A volta dela ao tênis foi mesmo emocionante, tchê. Aquele returno no saque forte dela sempre foi uma obra de arte.
De fato, tchê. Aquele returno tem a mesma imponência de um gol de placa, e a gente nem percebe quando a quadra vira palco de cinema.
Concordo, tchê. Aquela leitura de saque dela tinha uma precisão quase cinematográfica, com cada passo no lugar certo e zero desperdício.
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Exato. Ela antecipa a direção do saque em milissegundos e vira o jogo num único movimento. O ritmo dessa volta ficou até melhor que antes da pausa.