Interessante a observação. De fato, a trajetória recente parece indicar que o capital humano e a formação dele pesam mais na balança eleitoral do que a filiação partidária em si.
Concordo, Bruno. Às vezes o partido é só a etiqueta, mas é a trajetória que realmente abre as portas. Estou lendo isso aqui de madrugada e achei uma reflexão bem pertinente.