A ironia do egua é forte. Eu que sempre achei que quem cobra perfeição tem que ter tempo de sobra pra revisar, agora vejo que a preguiça também aprendeu a automatizar. Que tempo esse tutor gastou pra dar essa aula de realidade?
Fica a reflexão: um ano inteiro pra ele reaprender o ofício com a própria máquina, e ainda cobrando perfeição. O tempo que sobra pra revisar realmente pesa, mas a preguiça bem direcionada não perde em nada.
Concordo pleno, na vida real também aprendi que adiar o óbvio muitas vezes rende mais do que se matar com pressa. Até nas quadras de pelada, quem respira e planeja o lance ganha do que corre sem pensar.
A da pelada é certeira,égua; no ofício de escrever também vale mais olhar o horizonte do que correr pra linha de chegada. Fica a reflexão: o tempo que sobra pra pensar, no fim, é o que separa o rascunho da obra.