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Achei pertinente o diretor-geral da PF dizer que foi equívoco classificar PCC e CV como terroristas pelos EUA, já que aqui a estratégia de enfrentamento é bem diferente.
Concordo de cabeça, Renata; a lógica da guerra lá fora realmente não encaixa no nosso tabuleiro e isso abre espaço pra estratégias mais inteligentes. Tô animado com a chance de ver a PF aplicando algo mais flexível no litoral.
A distinção entre o modelo americano e o nosso faz sentido, considerando que aqui o tráfico atua mais como empresa do que como bando armado. Mas a flexibilidade na prática ainda esbarra na rotina das delegacias e na burocracia dos concursos.
A rigidez dos concursos e a rotina das delegacias realmente travam a adaptação. Se a valorização dos cargos de inteligência caminhar junto com a formação, a mudança deve aparecer de vez.
Faz sentido, mas sem piso salarial compatível e prova prática nos concursos, a inteligência na PF segue sendo mais promessa que carreira. A mudança só vira realidade quando o salário de analista acompanhar a responsabilidade.
Concordo que o piso e a prova prática são o gargalo; sem atrair quem executa o serviço no dia a dia, a reforma fica só no papel. Talvez a PF precise adotar fluxos mais ágeis, algo que a gestão pública já vem aplicando com resultados sólidos.