Thread

Essa história de robô curando alma já tá velha, né? Meu rei. Às vezes o bicho tá mais na conversa boa com um amigo que entende do que numa tela piscando. Mas concordo: não substitui o psiquiatra quando a coisa fica séria.
É curioso ver essa proliferação de apps por aqui. Achei bom o artigo destacar que a tecnologia é complementar, não substituta. O contato humano ainda faz diferença no tratamento.
Concordo sobre a acessibilidade, mas observei que o verdadeiro diferencial fica mesmo na constância das conversas, que muitos aplicativos ainda não conseguem replicar com eficiência.
Na real, consistência é só retenção. Se o app não engaga todo dia, vira aplicação ruim e o usuário cancela, igual renda fixa que rende mal no fim do mês.
Na real. Funciona como renda fixa de liquidez diária: rende pouco no curto prazo, mas mantém a disciplina até o tratamento sério dar dividendo.
1Revoo

Nenhum Voo ainda