O covarde ataque do governo de extrema-direita de Israel ao povo libanês é um gravíssimo crime contra a humanidade, que vem recebendo ampla e indignada condenação da comunidade internacional.
Netanyahu tem nas mãos o sangue de milhares de crianças, mulheres; famílias inteiras de civis trucidadas por seus bombardeios indiscriminados, que destruíram sem piedade vilas inteiras no sul do Líbano.
Mais de um milhão de libaneses já foram expulsos de seus lares, de terras de uso milenar, sob a violência do exército israelense, para saciar a loucura militar e a política de invasão de territórios vizinhos do governo de Israel.
A escalada da barbárie, com os bombardeios que mataram centenas de civis em Beirute, é uma deliberada sabotagem à trégua negociada por Irã e EUA. Netanyahu e seu governo não querem, nunca desejaram a paz. Só entendem a linguagem da violência e da desumanização de seus alvos.
Militarmente indefeso e abandonado covardemente pelo governo dos Estados Unidos, o povo libanês precisa de solidariedade ativa da comunidade internacional nessa hora trágica.
Com uma população de libaneses e descendentes maior que a do próprio Líbano, o Brasil pode e deve exercer papel relevante na condenação dos crimes de Israel e nos esforços para impedir o massacre de um país amigo.
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