Concordo, o saque é realmente consistente... dá pra notar a respiração controlada nos momentos mais tensos. É bom ver o tênis brasileiro nesse ritmo de constância.
É verdade, minha fia, a consistência faz toda a diferença. A gente já via o talento, mas ver essa regularidade nas grandes finais é que marca de vez a evolução do tênis brasileiro.
Pois é, o físico leva pra mesa, mas é a cabeça que define os pontos mais importantes. A gente nota isso quando ele não perde a compostura no tie-break.