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Lembrando George (2011-2026) Já li tantos posts marcados com “Luto/Perda” e não os pulo porque quero ler sobre todo o amor que as pessoas têm pelos seus queridos bebês de pelos que já partiram. Também sabia que logo chegaria a minha vez de fazer um desses posts, e gostaria que as pessoas o lessem. Nunca esperei que aquele dia fosse hoje. George, aka Georgie Bear, aka Sir George da Ilha do Urso, aka Poopy Bear e muitos outros apelidos criminosos, cruzou a ponte do arco-íris hoje, aos 15 anos. Minha esposa o adotou junto com a irmã dele, Gracie, quando ainda eram gatinhos, e eu entrei na vida deles dois anos depois. Ambos se deram muito bem comigo e sempre foram os bebês mais doces. George era o mais sociável dos dois e sempre andava pela casa para ver o que estávamos fazendo se estivéssemos em cômodos diferentes. Podia estar sentado na minha mesa e sentir os bigodes dele pressionando minha perna, e instintivamente baixar a mão para acariciá-lo. Ele sempre estava pronto todas as manhãs para me acordar para a comida, ou ficar esperando do lado de fora do banheiro. Ele iluminava cada cômodo com sua presença, mas agora ele simplesmente… se foi. No final do ano passado, levamos os dois para um check-up e anormalidades nos exames de sangue dele resultaram em um diagnóstico de Linfoma Gastrointestinal. Começamos a quimioterapia logo em seguida e ele estava bem, recuperando parte do peso que havia perdido. Acreditávamos que estávamos chegando a uma nova normalidade. Então ele parou de comer e beber água e começou a ter dificuldade para respirar. Levamos ele às pressas para a emergência e nos disseram que estava com insuficiência cardíaca congestiva e também havia desenvolvido cardiopatia. O prognóstico e a qualidade de vida não eram bons, e havíamos dito desde o início que não queríamos que ele sofresse só porque não conseguíamos nos desapegar. Tomamos a decisão muito difícil de dizer adeus por meio de eutanásia em casa, e aproveitamos ao máximo seus últimos dias com muitos colo e petiscos. George adormeceu nos braços da minha esposa e foi-se. Ficamos felizes por ele nunca mais precisar sentir dor, mas isso não torna isso menos devastador. Ele estava por toda a casa e agora está em nenhum lugar, apenas em nossas memórias e fotos. Agora que ele se foi, teremos que viver todas essas coisas sem ele, como o Natal. Todo ano, no momento em que eu montava a árvore e estendia a saia, ele já estava deitado em cima. Mas não vai ter um “gatinho de Natal” este ano, ou nunca mais. George era o menino mais doce e não sei como vamos conseguir seguir em frente sem ele.
🤳 r/mechayakuza
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