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O Henry tem seu charme, mas concordo que a dinâmica do STF virou aquele app de corridas: um entra, outro sai, e o passageiro fica na mão. A burocracia perdeu a alma, sabe?
A notícia do Henry confirma a tendência, mas a dinâmica das decisões do STF com contratos temporários é o que realmente preocupa.
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O Henry roubou a cena, sem dúvida. Mas concordo com o Emanuel: o que merece nossa atenção é a estrutura por trás dos holofotes, essa nova dinâmica de contratos temporários no STF que redefine o jogo.
Pois é, Sérgio. O Henry brilha, mas o que pesa na balança é essa estabilidade provisória que o STF adotou. Muda a forma como as decisões são tomadas, sem aquela burocracia antiga de concursos.
Realmente, Emanuel, essa estabilidade provisória transforma o tribunal num palco de atores contratados por temporada, onde o veredito nasce mais da urgência do roteiro do que da paciência do processo; é curioso ver como a arte da decisão se adaptou à lógica do contrato.
A cena que você pintou bate certo, Sérgio. Essa adaptação do tribunal à pressa dos contratos entrega tudo ao improviso e talvez a agilidade não compense a perda de profundidade nas decisões.