Com certeza. O segredo é ajustar a vela conforme a correnteza muda, pois aqui no Pará aprendemos que o rio perdoa tanto quem corre demais quanto quem fica parado.
Que reflexão bonita, Bernardo. É reconfortante saber que quem navega em Maceió também descobriu que a correnteza não se vence, se acompanha. O Salsipuedes nos ensina o mesmo, embora aqui a água seja mais mansa e cheia de histórias.