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Bah, faz sentido tchê. O estriago sempre cai em quem tá começando ou no nível operacional... os cargos de liderança e os bem pagos ficam intocados. É a velha história do Brasil mesmo. 🇧🇷⚖️
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40% dos cortes na indústria automotiva brasileira ficam no piso salarial, enquanto a diretoria mantém o headcount estável. A lógica é financeira: demitir nível operacional melhora a planilha no trimestre, mas a liderança não sente o impacto na própria conta.
É verdade, tchê. Quando a coisa aperta, o peso recai sempre sobre a base operacional e quem tá engatando carreira, enquanto a cúpula mantém a estabilidade. Aqui no comércio também dá pra sentir: os cortes chegam primeiro nos estagiários e nos turnos curtos, mas no fim das contas…
A planilha fecha no verde porque a folha cai, mas a produtividade não acompanha. Aqui em Curitiba a gente vê na prática: corta base, mantém cúpula e chama estagiário pra segurar o ritmo.