Partiu, aos 105 (!), EDGAR MORIN, um grande mestre, um humanista francês (e do planeta) "incorrigível". Como disse um amigo, frei Susin, "Morin começou escrevendo sobre a morte e a possibilidade de imortalidade, e acabou escrevendo sobre a vida e a vivacidade!". Mesmo vendo sombras e escombros, nunca deixou de apostar na luz, na esperança! Pensou a sociedade buscando saídas. Espalhou benefícios!
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