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Uma mulher de 62 anos foi resgatada em Fortaleza depois de ser mantida em escravidão doméstica por 55 anos, desde os 7 anos de idade, sem salário, sem liberdade, sem infância. Isso não é uma história de trabalho, é de crueldade. Minha solidariedade total a essa mulher e minha indignação com uma estrutura histórica que ainda naturaliza a exploração de mulheres negras e pobres. Eu fui empregada doméstica e sei o preço dessa invisibilidade. O Estado precisa responder: fiscalização, Justiça do Trabalho, responsabilização rigorosa e reparação plena. Leia mais: noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agenc...
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Que história linda e triste ao mesmo tempo... Bah, como é difícil ver essas ressonâncias na nossa rotina também. Achei tri emocionante a liberdade dela agora! 🥹