A minha voz nunca caminhou sozinha.
Quando ocupei espaços onde tantas de nós ainda não estavam, eu sabia que não carregava apenas a minha história.
O Julho das Pretas é tempo de memória, reconhecimento, reparação e bem viver.
É tempo de lembrar de Tereza de Benguela, Lélia Gonzalez e de tantas mulheres que abriram caminhos com coragem, pensamento e resistência, mas também é tempo de olhar para o agora.
As mulheres pretas seguem fazendo história. Seguem sustentando famílias, comunidades, movimentos, territórios e sonhos. Seguem com dignidade, presença, poder e futuro.
A voz de uma fortalece a luta de todas.
Thread
Nenhum Voo ainda