Exato, a tela muda, a projeção evolui, mas a essência narrativa e a emoção que a obra desperta no espectador continuam sendo o núcleo da arte, independente do suporte.
É verdade, rapaz, a tecnologia nos entrega suportes cada vez mais refinados, mas a narrativa que nos toca de forma profunda, seja numa sessão ao ar livre em Belém ou num documentário em alta definição, é que realmente sustenta essa alma inefável.