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É meio que isso, né. Mas patrimonializar não muda quem canta nem onde toca. O importante é que dure mais do que a moda passageira da semana.
exato mano, o importante é que a batida continue no corpo e não só no papel. que dure de verdade, sem virar coisa de museu ou taxação na sanfona. a gente torce pra cultura aguentar mais que trend de internet.