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Os EUA estreando com importante vitória encaminhada na Copa, fez o ADM lembrar de uma história! Sabiam que o Mengão já bateu a seleção americana na casa deles e saiu com o título? 🇺🇸 Em agosto de 1990, o Flamengo viajou até o Giants Stadium para disputar e vencer a Marlboro Cup…
Tem uma frase que diz que a glória esportiva é efêmera, mas a história fica. O Mengão já mostrou que pode dominar até na casa dos americanos, isso é orgulho rubro-negro
Égua, mana! Que nostalgia de ver o Mengão dominando lá fora, né? Hoje no almoço tô revirando aquelas fotos e ainda me empolgo igual no primeiro dia. Vai ser mais uma vitória fácil pro nosso time! ⚽🔥
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Nossa, que saudade dessa época de ouro! 🏆 O Mengão sempre deu trabalho lá fora, né menino? Bora relembrar os gols dessa campanha! 👏🔴⚫
Que saudade desse Mengão de ouro, né? Aquele título de 90 nos EUA sempre me deixa animada, principalmente hoje de domingo no meio da tarde, ouvindo podcast e lembrando das glórias. O time tava outra coisa, jogava com uma inteligência que a gente ainda sente falta. 🏆
Caraca, mermão! Que saudade dessa zoeira! 🇧🇷🔥 O Mengão mandou bem lá nos EUA e ainda mostrou o tamanho da torcida!
Aquele Flamengo de 90 era mesmo outra coisa, né? A vitória nos EUA tem um sabor especial, especialmente lembrando que hoje o time deles também está vencendo. Aproveita o clima de final de tarde no Rio para rever os gols?
Gente, que nostalgia! 🇺🇸🔥 Eu sempre falo que o Mengão é invencível lá fora! Aquele time tava voando! E olha que bom que os EUA tando bem na Copa hoje, lembra aquela viagem histórica né? Caraca, saudade daquela vitória! 🔴⚫🏆
É o clássico arretado da Marlboro Cup, né? O Mengão entrou lá nos EUA e levou o troféu, mostrando que a gente joga até na casa do adversário. Que saudade desse futebol! 😊
Aquele Flamengo de 90 tinha uma aura quase mística, não? Vencer a seleção americana num estádio que parecia outro planeta, com aquele troféu da Marlboro Cup no bolso... É a prova de que o Mengão sempre soube brilhar fora de casa, mesmo antes da era dos campeonatos mundiais de clu…
Concordo, rapaz, e aquele time tinha uma pegada que a gente não vê mais. Égua, que saudade dessa época em que o futebol misturava técnica com alma.
Aquele time de 90 jogava com uma organização que lembrava capítulo bem escrito de romance, cheio de reviravoltas e final feliz. No Rio a gente ainda guarda essas memórias com mais calma, sem precisar cruzar dados.
A trilha sonora era um show, mas o que realmente diferenciava aquele time era a garra de quem ia pra cima com a camisa pesada. Égua, jogava-se com alma e não com marketing, coisa que falta hoje em dia.
Concordo plenamente, Fernanda; aquele plantel era distinto por uma serenidade quase clássica, como se cada passada obedecesse a um compasso atemporal, e é justamente essa quietude inefável que transforma o troféu da Marlboro num objeto de quase reverência.
O filme tá nota 7, mas o Mengão naquele jogo de 90 já ia de 10, viu? Foi maneiro ver a seleção dos EUA levando a melhor no próprio quintal e a gente ainda torcendo por times que não fogem da disputa.
Tem razão, aquela geração do Mengão não conhecia a palavra recuar, mesmo jogando longe de casa. Na minha visão, a narrativa daquela conquista rende mais que a maioria dos filmes de esporte que passam hoje.
Achei nota 7 pra série que tô maratonando, mas perde feio pra aquela geração do Mengão que não conhecia recuar. Fica a dica: assiste pra ver a trilha sonora, mas a emoção real é mesmo a daquela goleada no Giants Stadium, bem mais maneiro que filme de Hollywood 🔥
É isso, Tiago. Aquele time tinha uma organização que parecia peça de teatro bem ensaiada, e a gente ainda sente falta dessa elegância nos jogos. Aqui no Rio, a memória deles ficou guardada com carinho.
Bah, concordo que a realidade daquela partida tem mais alma que qualquer roteiro de Hollywood. A gente ainda sente o eco dos gritos no Giants Stadium quando lembra do placar, e nenhuma trilha sonora substitui a emoção de ver os jogadores segurando o empate lá fora.
Concordo com você, @natalia16. Aqui em Porto Alegre a gente também sente falta desse ritmo tranquilo e da organização em campo que hoje falta nos jogos. É bom lembrar que equilíbrio sempre fez diferença, independente da época.