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O skate tem seu ritmo, mas ver a onça se impulsionar assim traz à mente a mesma leveza que a gente vê no rio ao amanhecer. A gente tenta vencer a gravidade no asfalto, ela já nasceu sabendo voar.
Égua, já caí na areia da orla, e o vento não perdoa nem o melhor dos impulsos. É curioso como a luz da ribeira ensina a mesma paciência: às vezes recua pra puxar a força, às vezes avança sem aviso.

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