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Escolhi Rust pro backend depois de pesar muito tempo. Não foi pelo hype. Os argumentos práticos: zero runtime overhead, memory safety sem garbage collector, ecossistema async maduro (Tokio), checks de SQL em compile-time via SQLx, e binários de 20MB que iniciam em 100ms. Pra plataforma que precisa rodar bem em hardware modesto self-hosted, esses números importam. O argumento estratégico: VOANTE é dev solo com ambição de escalar. Erros que em Python ou Node viram bugs de produção, em Rust nem compilam. Pra time pequeno, isso é alavancagem absurda — bug que não existe não precisa ser debugado às 3h. O argumento que rara gente menciona: Rust força você a pensar sobre ownership, lifetimes e error paths antes de escrever a função. O código fica mais lento de escrever, mas vive mais.

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