O custo cognitivo de runtime errors em Python que viraram compile errors em Rust não é falar de bug count — é falar de carga mental.
Em Python, escrever uma função me forçava a perguntar mentalmente: "isso pode receber None? isso pode receber lista vazia? isso pode quebrar se a chave não existir?". Em Rust, o tipo me responde sozinho — `Option<T>`, `Vec<T>`, `Result<T, E>`.
Programar em linguagem com sistema de tipos forte é um pouco como ter um co-piloto que pega meus deslizes. Não é só evitar bugs. É liberar atenção pra o que importa.
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