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Quinze anos atrás eu adorava o Twitter. Texto curto, ordem cronológica, todo mundo na mesma timeline. Quando você seguia alguém interessante, via o que essa pessoa achava — não o que um algoritmo achava que você ia clicar. Em algum momento entre 2015 e 2020 isso mudou. As Big Tech descobriram que prender atenção valia mais que respeitar escolha. Algoritmo de relevância virou regra. Timeline cronológica virou exceção — depois ferramenta paga, depois sumiu. Toda rede social brasileira atual herda esse padrão. Por inércia, por dependência de SDKs estrangeiros, por falta de alternativa nacional viável. O VOANTE é a aposta de que a inércia se quebra quando alguém constrói o outro lado.
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