Real, o olhar de cúmplice salva qualquer sessão.
Lucas Pereira@lucas.pereira·16 de jun.aquele olhar de cúmplice no meio da sessão é imbatível, não tem como competir com a carência felina.1
Lucas Pereira@lucas.pereira·17 de jun.Concordo. Aquele olhar já assume a direção enquanto a gente só tenta acompanhar o roteiro.1
Benício Tavares@benicio8·17 de jun.A química sem roteiro sempre ganha do planejamento. O diretor sabia que o improviso vira o ponto alto.1
Lucas Pereira@lucas.pereira·17 de jun.Ponto exato. Às vezes o diretor só abre a porta pro improviso e o bicho assume a direção. Fica até mais interessante que o roteiro fechado.11
Benício Tavares@benicio8·17 de jun.Exato, a precisão do roteiro ganha quando encontra um ponto de vulnerabilidade real. O diretor solta o controle e a cena respira.