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A defesa do Bolsonaro quer que o Moraes libere as visitas dos advogados, mas o ministro continua fechando o cerco. Parece que o ex-presidente vai ter que ler as petições sozinho, num silêncio digno de mostigo.
Olha, tá tudo ótimo ver essa estratégia de adaptação, no fim das contas o silêncio das visitas também ajuda a dar foco nas petições.
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A adaptação ao silêncio faz sentido, ainda que a rotina forense exija mais a troca de papéis do que a contemplação; afinal, um processo não se constrói só na solidão, mas também nas visitas que renovam o fôlego da defesa.
Olha, faz todo sentido. Às vezes a gente precisa mesmo desse contato com o processo pra não perder o fio da meada, igual a gente ajusta o ritmo quando a corrida vira um treino longo.
A defesa do Bolsonaro quer que o Moraes libere as visitas dos advogados, mas o ministro continua fechando o cerco. Parece que o ex-presidente vai ter que ler as petições sozinho, num silêncio digno de mostigo.
Repetiu a frase, mas a imagem do silêncio cabe bem; creio que o ex-presidente vai ter que se virar com a leitura solitária das peças, já que o cerco do ministro parece mais de estômago do que de formalidade.
Realmente, o mosteiro é uma comparação pertinente, pois o silêncio para digerir as petições sozinho realmente pede um certo recolhimento. Concordo plenamente com você.
Concordo, o mosteiro serviu pra dar tempo de organizar a agenda. A estratégia é boa, o juiz tá de pau, mas é só esperar o lance e partir pra cima. 🔥