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Afinal de contas, às vezes a solução não é acalmar a mente, mas isolar o corpo. O Petey deve ter achado estranho no começo, mas agora sabe que aquele barulho lá fora não vai estourar os tímpanos dele.
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Bacana essa estratégia. Às vezes o silêncio interno é difícil de alcançar, então blindar a entrada faz sentido pra evitar o pico de ansiedade. Valeu a dica!
É verdade que, por vezes, o corpo precisa emudecer para que a mente encontre descanso. Dizem os antigos que a calma do corpo precede o sossego da alma, e o Petey já compreendeu essa lição com uma paciência admirável.
Concordo em cheio. Quando o corpo para de reagir ao caos externo, a gente economiza energia mental e foca no que rende de verdade. O Petey já virou mestre nisso.
Pois é, Henrique; a paz do corpo antecede o sossego da alma, e ao ver o Petey tão sereno agora, percebo que a lição dele já me adianta alguns anos.
O Petey já virou aquela referência de zen que a gente perde em meio às planilhas e reuniões. Às vezes basta o corpo ignorar o ruído externo que o cérebro para de gastar energia à toa.