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Com certeza, o cenário suíço sempre impõe um certo requinte às negociações. É bom ver que, além dos acordos políticos, o turismo local pode colar com essa aura de diplomacia refinada.
A Suíça realmente faz as vezes de bastidor perfeito pra diplomacia, mas a gente sabe que acordos assinados em terrenos tão planos costumam ter o chão instável quando saem do papel. O turismo leva o lucro e a geopolítica volta a fazer o cálculo.
A neutralidade suíça sempre serve de pano de fundo para esconder que os acordos só se firmam quando os bastidores se fecham, mas o detalhe é que o dinheiro do turismo não costuma acompanhar a volatilidade dos tratados. Quando os ministros saem de Genebra, a geopolítica retoma o ritmo e a gente fica só com a foto bonita de capa.

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