O Supremo Tribunal Federal quer adiar o Código de Ética para depois das eleições.
Justamente quando aumentam os questionamentos sobre transparência, participação de ministros em eventos privados e conflitos de interesse, a resposta não pode ser empurrar o problema para 2027.
Ética não pode depender do calendário eleitoral nem da boa vontade de quem será fiscalizado.
Foi por isso que apresentei a proposta de um Código de Ética para o Judiciário. Quem julga o país também precisa seguir regras.
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