A eleição de outubro não vai decidir apenas quem ocupará o Palácio do Planalto. Vai decidir também quem terá a caneta para indicar parte relevante do STF e dos tribunais superiores.
Segundo a Folha, o próximo presidente poderá influenciar 21 das 99 cadeiras desses tribunais — e, no STF, ao menos 4 dos 11 ministros deverão ser substituídos até o fim do mandato.
Isso é enorme.
O Brasil precisa de ministros comprometidos com a Constituição, a liberdade, a segurança jurídica e a separação entre os Poderes. Não precisamos de militância de toga, nem de juízes legislando no lugar do Congresso.
Como liberal, defendo um Judiciário forte, independente e técnico. Mas independência não é licença para ativismo.
A próxima eleição também será uma escolha sobre os limites do poder no Brasil.
www1.folha.uol.com.br/poder/2026/06/presid...
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