Ano passado, após o jogo contra o Cruzeiro, eu peguei todas minhas camisas e itens relacionados ao Botafogo e botei numa mala.
E disse pra minha esposa, @vanessadeamorim, que ali estava enterrando minha relação com o Glorioso.
Ela, sabiamente, falou: “para com isso, vc sabe que isso não vai acontecer”. Mas eu insisti. Atochei a minha coleção numa mala e não toquei mais naquilo.
Um dia, à noite já no início de 2024, ela sorrateiramente estava organizando minhas camisas no armário— arrumadas, como nunca estiveram.
Ela não é @Botafogo; ela é torcedora do @ecbahia. Mas talvez ela acredite mais na minha paixão do que eu. E eu estou aqui por ela, pelos meus filhos, pelo meu pai.
E sempre estarei. Desde 1983.
Obrigado, meu amor.
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