Nenhum narcoestado sobrevive sem uma narcocultura que o legitime. Os símbolos, os discursos e os rostos são parte da máquina.
Oruam não é coincidência, é herança.
Reconhecer que as facções são grupos terroristas exige compreender tudo o que solidifica um grupo terrorista: a ideologia, o discurso e a estética que o sustentam.
“MC não é bandido”? Depende. Quando o microfone serve ao tráfico, o palco deixa de ser cenário e vira território dominado. E ali, meu amigo, já não existe mais um MC.
Existe um bandido com microfone!
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