É muito interessante ver a turma que votou no Collor em 89, votou no Aécio em 2014, ergueu plaquinha escrito "somos milhões de Cunha" em 2015, vestiu camisa da CBF em manifestação para acabar com a corrupção em 2016 e votou no miliciano em 2018 querendo agora falar em justiça.