A CNT acionou o Supremo contra procedimentos da Justiça do Trabalho na condução de execuções.
Na ação, a entidade questiona mecanismos como a reunião de execuções e o regime especial de execução forçada, alegando risco ao contraditório, à ampla defesa e ao devido processo legal.
O pedido é para que o STF fixe limites, vedando atos de ofício sem provocação das partes e a inclusão de terceiros sem o devido procedimento.
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