Durante sessão no STF, Gilmar Mendes criticou a ausência de uniformidade no pagamento de verbas indenizatórias no Judiciário.
No julgamento sobre os “penduricalhos”, o ministro apontou que a multiplicação dessas vantagens ocorreu mesmo após a criação do CNJ, que deveria garantir caráter nacional ao sistema.
Segundo ele, o órgão não conseguiu consolidar um modelo remuneratório coerente e uniforme.
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