Infelizmente, os ventos da guerra voltaram a soprar no Médio Oriente, na Ucrânia e em muitas outras partes do mundo, semeando violência, terror e morte e atingindo, mais uma vez, tantos inocentes. Não permitamos que esses ventos apaguem a chama da esperança e da paz, mesmo quando ela parece frágil e vacilante.
Reitero o meu apelo para que se prossiga, com perseverança, no caminho do diálogo, do encontro e da diplomacia, a única via capaz de conduzir a uma paz justa e duradoura, na qual os povos possam viver reconciliados, em segurança mútua e no respeito pela dignidade de cada pessoa.
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