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Crime organizado se enfrenta com investigação, inteligência, cooperação internacional, asfixia financeira e presença forte do Estado. Não com bravata, oportunismo eleitoral ou submissão a interesses estrangeiros. O governo do presidente Lula tem uma posição clara: combater PCC, Comando Vermelho e qualquer organização criminosa com firmeza, dentro da lei, fortalecendo a Polícia Federal, rastreando dinheiro, combatendo lavagem, tráfico de armas e protegendo a soberania do Brasil. O que a extrema direita tenta vender como “grande dia” pode abrir caminho para interferência externa, sanções contra o país e uma lógica militarizada sobre um problema que precisa ser enfrentado com inteligência, coordenação e responsabilidade. Ninguém está defendendo facção. Estamos defendendo o Brasil. O combate ao crime precisa ser sério. Precisa proteger o povo. Precisa atingir o dinheiro, as armas, os operadores e as redes que sustentam essas organizações. Segurança pública não pode ser palanque. Soberania nacional não pode ser moeda de troca. O Brasil não precisa se ajoelhar para combater o crime. Precisa de Estado forte, cooperação séria e compromisso com a vida real das pessoas. Sem facção. Sem entreguismo. Com lei e trabalho concreto.

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