Voltei à tribuna hoje, durante a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias, para defender que o Rio Grande do Sul cumpra a Constituição e garanta os 12% mínimos para a saúde já em 2027.
Não é aceitável que o governo Eduardo Leite deixe de prever um investimento de cerca de R$ 600 milhões no ano que vem enquanto mais de 800 mil gaúchos e gaúchas seguem esperando por consultas, exames e cirurgias.
Quem está na fila do SUS não pode esperar até 2030. É preciso respeitar a população, fortalecer o SUS e colocar a saúde no centro das prioridades do Estado.
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