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Os dados divulgados ontem pelo sistema Deter, do Inpe, trazem um alento histórico para o nosso país e renovam a esperança ao vermos se concretizar, na prática, ao longo destes três anos e meio de reconstrução das políticas socioambientais no terceiro governo do presidente Lula, o compromisso assumido em 2022 de zerar o desmatamento até 2030. Segundo o MapBiomas, no primeiro semestre, os alertas de desmatamento na Amazônia caíram 38%, atingindo o menor patamar dos últimos dez anos. No Cerrado, a redução foi de 6%, alcançando o menor índice desde 2021. Considerando apenas o mês de junho, a destruição da vegetação nativa caiu 35% na Amazônia e 5% no Cerrado em relação ao mesmo período do ano passado. Juntos, esses dois biomas representam cerca de três quartos do território nacional, o que reforça a dimensão e a importância desse resultado. A redução contínua do desmatamento demonstra que estamos na direção correta. Mas a dimensão do desafio não nos permite baixar a guarda. As previsões do Inmet, do Cemaden e do CPTEC/Inpe indicam um segundo semestre com condições climáticas favoráveis ao agravamento da estiagem e das queimadas em diversas regiões do país, exigindo vigilância permanente, atuação integrada e pronta capacidade de resposta. Foi esse o caminho que o governo do presidente Lula iniciou em 2023 e que agora segue sendo mantido e ampliado, com competência e dedicação pelo ministro João Paulo Ribeiro Capobianco, um parceiro de tantas jornadas, à frente do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. Com perseverança e responsabilidade, seguiremos trabalhando para entregar ao povo brasileiro o compromisso assumido pelo presidente Lula: zerar o desmatamento até 2030, a fim de alcançar um novo ciclo de prosperidade, que permita ao nosso país ser mais justo, democrático e sustentável.

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