Mangueira na Avenida:
“Porque, de novo, cravejaram o meu corpo
Os profetas da intolerância
Sem saber que a esperança
Brilha mais na escuridão.
Favela, pega a visão
Não tem futuro sem partilha
Nem messias de arma na mão. (...)
E ressurgi pro cordão da liberdade.”