Leandro Karnal

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Leandro Karnal

Leandro Karnal

@LeandroKarnal

Professor, historiador, palestrante, escritor e apresentador. Apaixonado pela área das Humanidades. Observa as pessoas e o mundo. Aprende sempre.

São Paulo, Brasilwww.agenciakratos.com.brIngressou em março de 2026
Deixar em filho na escola para estudar e ir buscá-lo morto no fim da manhã. Alguém imagina a dimensão desta dor? Foi o que aconteceu há pouco em Cambé, Pr. O que fazer com esta barbárie?
Gostaria de ouvir especialistas em nutrição; " amido modificado de mandioca" vem a ser o quê? Ajudem-me: adoro biscoito de polvilho e gostaria de sobreviver até o Natal...
O apartheid deixou de existir como legislação, porém, o racismo permanece. Não basta dizer “eu tenho um amigo negro” para que o mundo mude. Vamos pensar em políticas e práticas antirracistas?
Hoje é 21 de março. Chegou o momento de trazer à memória um episódio sangrento do racismo na África do Sul: o Massacre de Shaperville (1960). Pelos mortos e feridos daquela manifestação, a ONU instituiu o 21 de março como Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial.
Dona Hermínia: rimos da senhora porque rimos da sua autenticidade ao dizer o que pensávamos e não tínhamos coragem. Talento, verdade e paixão da arte: partida precoce e biografia marcante. Valeu, Paulo Gustavo.
Profundo sentimento de pesar. Olho as cenas de Saudades-SC. Crianças de uma creche mortas a facão! Insanidade e maldade combinadas. Dor pelas vidas perdidas e dor por nós que estamos em um mundo capaz disto!
Só se ri das cicatrizes quem nunca sentiu uma ferida. Mas... devagarinho! Qual é a luz que brilha através daquela janela? É o Oriente, e Julieta é o Sol. ( Romeu, cena do balcão)
Michelangelo escreveu, há 500 anos: “Observei o anjo gravado no mármore, até que eu o libertasse.” Imaginar permite olhar para pedras e libertar anjos.
Informo, com alegria, que fui eleito para ocupar a cadeira sete da academia Paulista de Letras. Uma enorme honra compartilhar de sessões com Lygia Fagundes Telles e Ignácio Loyola Brandão. Obrigado a todas e a todos.
Discuti o tema ontem, no Estadão: A Segunda Fileira. Como lidar com altas expectativas em um mundo de redes no qual a felicidade parece um direito líquido e universal? Conseguimos lidar com o fracasso se todos são felizes nas fotos que postam? O que você acha?
Mario Quintana, para pensar em duas difíceis: Da inquieta esperança Bem sabes tu, Senhor, que o bem melhor é aquele Que não passa, talvez, de um desejo ilusório. Nunca me dê o Céu... quero é sonhar com ele Na inquietação feliz do Purgatório.
Eu sei: toda imagem de felicidade ou narrativa positiva causa uma reação em algumas pessoas... Tem gente que não aguenta ver um sorriso sem despejar sua dor sobre o outro...