Jaqueline Gomes de Jesus

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Jaqueline Gomes de Jesus

Jaqueline Gomes de Jesus

@JaquelineJsus

👩🏿‍🏫 Professora, Psicóloga e Escritora

Brasillinktr.ee/JaquelineGomesdeJesusIngressou em junho de 2026
Eu tenho certeza da importância deste evento BRASILEIRO, e me coloquei à disposição para compor trabalhos sérios de formação e transformação por aqui, junto a amigas professoras negras que resistem há anos. Jaqueline Gomes de Jesus Pesquisadora Destaque da BC Harvard & MIT 2…
Essa elite está em todos os lugares, inclusive em instituições de educação como Harvard e MIT, trazendo sua formação racista, machista, classista, LGBTfóbica. Foram educados desde a infância a discriminarem, impunemente.
As racistas conversavam em inglês sobre os dreads dela, comentando se eles não teriam piolhos. Os organizadores deste encontro estão reunidos para discutir ações. Eu me dirigi a eles pessoalmente, falando da minha raiva, porque não é a primeira vez que testemunho e lido com isso.
E porque situações de discriminação não são novidade, há protocolos que não foram trabalhados e se faz necessário um conjunto de ações afirmativas para enfrentar o problema, que se relaciona com a história da elite brasileira que se encontra nos EUA.
Houve uma denúncia grave de racismo ocorrida entre brasileiras aqui em Harvard. Hoje, na mesa de embaixadores sociais ocorrida no MIT, uma das das jovens lideranças, uma brilhante garota negra, revelou que duas brasileiras brancas conversavam em inglês sobre os dreads dela.
📢 AGORA É OFICIAL!!!! 🇺🇲 Estarei na Harvard University e no Massachusetts Institute of Technology (MIT), duas das maiores instituições de acadêmicas do planeta, compartilhando as minhas pesquisas e experiências no campo da saúde mental e participação política em diversidade!
Eu poderia falar do meu dia de trabalhos que começou às 8 da manhã e terminou às 22 horas, com palestra, banca, homenagem e debate, mas preciso destacar um pesadelo, após ter lido a matéria sobre o martírio do porteiro Paulo Alberto da Silva Costa, 36 anos, homem negro, +
No fundo, o que existe no imaginário social sobre crianças trans costuma ser o seguinte, baseado na falta de leituras do público leigo, o que inclui formadores de opinião: 1) Confundem transição com tratamento hormonal ou cirurgia com a vivência da identidade de gênero trans; e
Projetos de Doutorado que defendem "dimensão ética do nazismo" ou "criminalização da transexualidade": REPROVADOS na seleção! 🤙🏾 É importante entender que tem sim pessoas com Graduação ou Pós-Graduação com essas ideias nefandas. Imagine o que fazem na vida pessoal e política.
Vivemos um momento gravíssimo na Educação, e ainda enfrentaremos muitos anos de luta contra o ódio que nos ameaça! As aulas serão suspensas esta segunda-feira, 3 de abril, no Campus Nilópolis do Instituto Federal do Rio de Janeiro, devido a ameaças contra a comunidade acadêmica!
Concordo com Muniz Sodré, o professor Hélio Santos já abordou essa questão, ao apontar o racismo como sistêmico e inercial. A noção de sistema é eminentemente orgânica, portanto adaptativa, dá um entendimento menos estático que o de estrutura, aplicado ao racismo contemporâneo.
ALERTA: segunda-feira peguei chuva em Brasília e a pomada que uso nas tranças escorreu pro meu olho direito. Terça voltei ao Rio e fui à emergência oftalmológica: sofri uma lesão ocular! Já retirei o tampão que aparece na foto e estou usando uma lente. ATENÇÃO @anvisa_oficial!
TERMO "PESSOAS QUE MENSTRUAM" BUSCA ENFRENTAR APAGAMENTO DE HOMENS TRANS A Folha de São Paulo publicou artigo meu e do Leonardo Peçanha sobre pessoas que menstruam (e gestam). Focamos nas demandas em saúde transmasculina, intersexo e não-binária: 12ft.io/proxy
Nota de Apoio à Comunidade Transmasculina Brasileira A Associação Brasileira de Estudos da Trans-Homocultura - ABETH entende que o termo "pessoas que menstruam" se dirige tanto a mulheres cis quanto a homens trans e pessoas transmasculinas, e que de forma alguma busca reduzir +
"Deixe Elizabeth trazer o que me pertence" A Senhora Muthoni Mathenge, 103 anos, lutou pela independência do Quênia. Ela foi torturada com um machado pelos colonizadores britânicos, o marido assassinado, milhares de quenianos aprisionados em campos de concentração e exterminados.
Quando alguém palestra em evento de EMPRESA PRIVADA durante o mês do orgulho LGBTI+, sem receber nada, está reforçando para os gestores dessas organizações que nossos trabalhos e pesquisas têm pouco ou nenhum valor. Servindo apenas para propaganda barata dessas empresas. Bom dia.
Alguém, por favor, convença-me que não há envolvido um grau subconsciente de transfobia, pela organização de programas e eventos feministas, quando convidam personas artísticas drags que se identificam como homens cis para falas do ponto de vista das mulheres trans ou travestis.
Quem realmente apóia a população trans não ridiculariza homens atraídos por mulheres trans/travestis. Isso inclui integrantes da comunidade LGBTI+: quando você questiona a sexualidade ou sanidade dos nossos parceiros, você está reproduzindo transfobia e homofobia internalizadas!
Está rolando um boato de que o servidor do CNPq queimou, após anos sofrendo por falta de manutenção. Se isso de fato ocorreu, é extremamente grave, podemos ter perdido todo o nosso histórico de currículos, tendo que reinserir dados de DÉCADAS. MANUALMENTE.
Acho tão sintomático da hipocrisia brasileira essas empresas que postam bandeirinha do arco-íris ou usam drag queens na sua propaganda mas praticam transfobia institucional (não empregam pessoas trans reais) ou maltratam os próprios clientes que são trans.
O caso do Dr. Jairinho evidencia, para quem ainda não entendeu, que nas escolas nós devemos SIM discutir com crianças e adolescentes sobre temas da realidade, até para que consigam denunciar abusos psicológicos, físicos e sexuais que eventualmente sofrem em casa! #Fantástico
Refugiada política em um dos países membros da União Europeia, Allany não recebeu permissão para poder trabalhar nem abrir uma conta bancária, visto que o Ministério das Relações Exteriores do desgoverno Bolsonaro lhe tem negado a documentação necessária. Ela foi cirurgiada hoje.
Esta é a militante política Allany Thayse Ferreira, mulher trans negra, exilada. Em 16 de julho de 2019, enquanto integrante do Diretório Municipal do PSOL de Guarulhos, foi sequestrada e torturada por apoiadores declarados do presidente Bolsonaro.
Ela não se convenceu. A conversa expôs um problema contemporâneo: meios de comunicação, ao informarem sobre vacinação sem explicarem como funcionam os entes federativos, encontram pessoas que aprenderam a opinar de maneira conveniente a governantes que lucram com a desinformação.
14 anos depois, vejo debates sobre a obra que remete a uma vulva com apenas dois lados: ambos moralistas nos seus extremos. Estou aguardando uma análise em si dela enquanto ARTE. Tomara que não a depredem, como fizeram com o falo que foi criado e destruído anonimamente.
A pessoa artista nunca se pronunciou, e ficou por isso mesmo. Senti falta do falo de terra e grama chamando atenção, ele passou a ser um montinho quase indiferenciável de um cupinzeiro. Mas o que mais fez falta foi uma análise CRÍTICA daquela obra.
Achei todo o debate engraçado. Há vários lados nele. Por um lado, pessoas incomodadas com a obra, o que faz parte de ser arte, mas também os que a defendiam simplesmente por que causava esse incômodo. Não vi ninguém fazendo reflexões mais aprofundadas, sobre temas como poder etc.
Na sociedade genitalizante porém hipócrita que vivemos, objetos que remetam a órgãos genitais só costumam ser valorizados em ambientes íntimos ou quando são escarnecidos. E pessoas são genitalizadas. Pois bem, um dia cheguei no Centro e tinham derrubado metade do "pinto".
Eu vou contar uma estória de 2006: quase em frente ao Centro de Convivência Negra, que eu coordenava na Universidade de Brasília, um(a) artista anônimo(a) fez, do dia para a noite, uma instalação no gramado, de um falo.
As pessoas tendem a resumir "falo" a pênis, o que reduz a pluralidade de sentidos do símbolo. De qualquer forma, virou até notícia de jornal, com pessoas impressionadas com o "pênis" de grama a céu aberto em uma universidade federal.