No mês em que celebramos o Dia Internacional de Luta das Mulheres, é fundamental falar sobre um tema que impacta diretamente a vida de milhares de mulheres e famílias: a falta de vagas em creches.
Embora a Constituição e o Estatuto da Criança e do Adolescente determinem que crianças e adolescentes devem ser prioridade absoluta, essa ainda não é a realidade em muitas cidades do nosso país.
Garantir vagas em creches significa assegurar às crianças um espaço fundamental para o desenvolvimento emocional, social e cultural, dentro de uma perspectiva de educação integral. Mas significa também garantir que mães e responsáveis tenham condições de trabalhar, estudar e reconstruir sua autonomia após o nascimento de seus filhos.
Em uma sociedade ainda marcada pelo patriarcado, o trabalho do cuidado recai majoritariamente sobre as mulheres. Por isso, ampliar o acesso à educação infantil também é uma política essencial de igualdade de gênero.
Defender creches públicas é defender o direito das crianças, a dignidade das famílias e a autonomia das mulheres. Educação não é mercadoria: é direito.
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