Fernando Henrique Cardoso

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Fernando Henrique Cardoso

Fernando Henrique Cardoso

@FHC

Sociólogo e professor universitário. Fui Ministro da Fazenda e coordenei o Plano Real. Fui presidente da República em dois mandatos (1995-2002).

www.fundacaofhc.org.brIngressou em março de 2026
Peço aos eleitores que votem no dia 2 de outubro em quem tem compromisso com o combate à pobreza e à desigualdade, defende direitos iguais para todos independentemente da raça, gênero e orientação sexual, se orgulha da diversidade cultural da nação brasileira, (...)
valoriza a educação e a ciência e está empenhado na preservação de nosso patrimônio ambiental, no fortalecimento das instituições que asseguram nossas liberdades e no restabelecimento do papel histórico do Brasil no cenário internacional". Fernando Henrique Cardoso
Nota pública | Voto Pró-Democracia nas Eleições: "Como é do conhecimento público, tenho idade avançada e, embora não apresente nenhum problema grave de saúde, já não tenho mais energia para participar ativamente do debate político pré-eleitoral.
A eleição de Fernanda Montenegro e de Gilberto Gil para a ABL dão novo impulso a nossa Academia. Mostram a cara contemporânea do país e dão um ar de modernidade a instituição. Parabéns a ambos.
O sistema eleitoral, depois que o voto passou a ser sem papel manuscrito, funcionou bem. Para que mudá-lo? Por bons motivos não parece ser… Há tanta coisa errada que requer ação que me parece equivocado mudar o que deu certo.
É com emoção e carinho que agradeço as mensagens que recebi, tanto dos mais próximos, com quem tenho longa relação de amizade, troca de conhecimento e diálogo, quanto daqueles que ainda não tive o prazer de conhecer pessoalmente. Seguimos lutando por um país democrático e justo.
Morreu hoje Marco Maciel. Exerceu a vice-presidência nas duas vezes em que fui Presidente. Se me pedirem uma palavra para caracteriza-lo diria: lealdade. Viajei muito, sem preocupações: Marco exercia com competência e discrição as funções que lhe correspondiam.Deixa saudades.
Reafirmo, para evitar más interpretações: PSDB deve lançar candidato e o apoiarei; se não o levarmos ao segundo turno, neste caso não apoiarei o atual mandante, mas quem a ele se oponha, mesmo o Lula.
Não bastasse a pandemia e o difícil momento econômico, há inquietação entre chefes militares.Espero que as FFAA se mantenham fiéis à Constituição. Mandamento que vale para todos os cidadãos. Mais ainda para os que temos a ver com a política. Equilíbrio e lei; ordem e progresso.
O senador Tasso tem razão: ou há um basta aos desatinos do Pr ou... dará Lula nas eleições. Basta comparar e ver o vazio de lideranças. Estamos entre o trágico e o que já se viu. Sem horizontes animadores. Mesmo assim há que manter as esperanças.
Parabéns ao Butantã, a Fio Cruz e principalmente aos que se dedicam à saúde. E não esquecer: o vírus continua a agir. Vacinem-se e continuem a evitar aglomerações. Se possível, continuem em casa. A epidemia passará, mas depende de cada um de nós ajudar.
Lamentável o que ocorreu nos EEUU. Houve um grave atentado à democracia. O pr Trump não reagiu à altura. Suas palavras dúbias, pondo em dúvida as eleições são inaceitáveis para todos os democratas do mundo. Minha repulsa total às tentativas de ganhar a qualquer preço.
Minha solidariedade a ex Pr Dilma Rousseff. Brincar com a tortura dela — ou de qualquer pessoa — é inaceitável. Concorde-de ou não com as atitudes políticas das vítimas. Passa dos limites.
É lamentável o que está acontecendo: politização da vacina que nos livrará do coronavírus. A decência e a saúde pública exigem pratos limpo: dado o que disse o Butantã, que a Anvisa se explique. E logo.
É absurdo excluir Marina Silva, entre outras personalidades, da rol das personalidades negras relevantes. Ele é relevante. Como gente e como política. A ela minha solidariedade. Assim como às que não conheço e têm valor.
Lamentável que um departamento público investigue ações de pessoas ditas anti-facistas. Pior no caso de Paulo S Pinheiro, relator da ONU, democrata conhecido. Minha solidariedade a ele.
Não quero dar conselhos. Cada governo tem seu ritmo. Mantive os mesmos ministros na economia(8 anos), educação (8 anos) e Saude(1 durou 5 anos e veio de outra pasta), exterior: 4 anos cada. Administrar requer continuidade. Política muda mais. Equilíbrio é necessário. No trapézio.
Difícil entender tanta troca de ministros: Saúde e Educação. Salvar vidas e educar leva tempo. Inclusão, não exclusão. Com tanta gente capaz, como errar tanto? Falta rumo e onde havia, na economia, o vírus impede o rigor fiscal. Assim não dá certo, nem mesmo sem oposição...
Getúlio se matou: investigações chegaram à família. Poder atrai detratores. Calma: apuração e Justiça, sem apedrejar. Mas está feio: crime perto do palácio. Barbas de molho. Se for inevitável, salve-se a República, não os donos do poder. Fatos se julgam na Lei, boatos somem.
Minha solidariedade ao STF é total. Os fogos vistos no YouTube e a voz tremebunda atacando-o são contra a democracia. Gritemos: não ao golpismo! Os militares são cidadãos:devem obediência à Constituição como todos nós. Defendamos juntos Brasil, povo e lei, antes que seja tarde.
O art 142 da Constituição é de redação minha e do sen Richa. Qualquer dos 3 poderes pode requerer as FFAA na defesa da Constituição e da ordem. Nada a ver com tutela, moderação ou intervenção militar. Os 3 poderes são independentes e harmônicos, regulados pela Constituição. E só.
Vamos mal: gente na rua, especialmente nos bairros pobres, o que se entende. Como não sou médico nem falo sobre flexibilizar. Temo precipitações e recidivas. Sei que a economia conta: sem emprego, como viver? Na dúvida, passo a passo. Recuar se necessário, sem arrogâncias inúteis
Espero que o gen Mourão esteja certo e que as FFAA estejam zelando pelo povo e a Constituição. Sei que soldado não deve falar. Mas agora, que reafirmem sua crença na democracia. Somos todos brasileiros, com e sem farda.
O Pr disse querer liberdade e democracia. Tomo-o pelas palavras. Coesão para vencer o vírus e recompor a economia . Sem o STF deixar de investigar fake news. Liberdade com respeito a todos, pessoas e instituições. Se não há gabinete do ódio, que se apure. Quem não deve não teme.
Se o procurador geral continuar obsequioso com quem o nomeou vai desagradar os procuradores e decepcionar o país. Dá prosseguimento a uma acusação não é julgar nem condenar, mas exercer seu ofício. É o que dele se espera.
Gostei do discurso do pres da Câmara, Rodrigo Maia. Em vez da desagregação feitas por alguns bolsonaristas coesão é o que se precisa para vencer o coronavírus e suas consequências desastradas na economia e no emprego. E falta visão para unir povo e país na construção do futuro.
Que palavrório chulo na reunião ministerial! E que reações desencontradas. Que nível do debate: cabem as expressões sobre o STJ? Cabe não saber que “diante de vara” é modo tradicional da fala jurídica?Pobre dos cidadãos brasileiros. A escolha foi da maioria. Se repetirá? Duvido.
Vejo juristas falando de impeachment. Pergunta de leigo: não adicionaríamos mais um complicador? O caso é de impedimento por falta de bom senso. Não sei se existe no arsenal jurídico. Houve com Delfim Moreira, caso clínico. Aplica-se ainda que difícil de comprovar? Duvido.
O governo não consegue se estabilizar. Mais um ministro, o da saúde, se vai.Parece que o Pr. sem rumo deseja impor um remédio...e acabar logo com a parada da economia. Quem não? Mas a vida é mais importante. Dá a impressão que o gov não vê saída, só voluntarismo. Pobre de nós!
Não faltassem assuntos insensatos não é que alguns ministros do atual governo reviveram símbolos do nazismo, do anti humanismo, com frases que lembram os campos de concentração? Não é só a comunidade judaica que repudia esse desatino. Somos todos nós, democratas e seres humanos.
O ministro da Defesa deixou claro: todos pela Constituição. Manifestações contra Congresso, STF ou mídia são contra a Democracia. O Pr não deve, nem pode, pela lei, prestigia-las. Cuidemos da pandemia, dos empregos e da renda. Chega de golpismos disfarçados.
É hora de falar. Pr está cavando sua fossa. Que renuncie antes de ser renunciado. Poupe-nos de, além do coronavírus, termos um longo processo de impeachment. Que assuma logo o vice para voltarmos ao foco: a saúde e o emprego. Menos instabilidade, mais ação pelo Brasil.
Em entrevista no Estadão um ex deputado fala em complô meu com Maia e Doria para derrubar Bolsonaro. Nada mais errado:não quero tal. Melhor ter paciência histórica. Respeito o voto popular.Discordar é normal, sem derrubadas. Coesão contra o vírus, é preciso. Não intrigas.
Eu entendo que haja medo: do vírus e da falta de renda; do desemprego e da quebradeira. Vamos sair planejadamente da quarentena e unidos para recuperar a economia,respeitando a Constituição e as liberdades democráticas e institucionais.
Lamentável que o Pr adira a manifestações antidemocráticas. É hora de união ao redor da Constituição contra toda ameaça à democracia. Ideal que deve unir civis e militares; ricos e pobres. Juntos pela liberdade e pelo Brasil.
Demissão do ministro da Saúde em má hora. Ele estava na linha de frente da batalha pela vida. A economia conta, mas manter ou não a quarentena é decisão médica.O povo verá arrogância na demissão e não competência. O custo político se medirá pelo de mortes.Tomara não aumentem.
Eu não ia voltar ao tema, mas o Pr repetiu opiniões desastradas sobre a pandemia. O momento é grave, não cabe politizar, mas opor-se aos infectologistas passa dos limites. Se não calar estará preparando o fim. E é melhor o dele que de todo o povo. Melhor é que se emende e cale.
Voz, coragem, coordenação.O vírus veio de fora, pegou os ricos; pegará depois os pobres. É indecente querer vantagem eleitoral e financeira. Se falta voz ao Pr, que atuem Congresso, Justiça e sociedade contra inimigo da vida. Manter posições já, brigar depois; saúde primeiro.
Não é hora de brigar. O virus não distingue, mas será pior para os pobres. Ficar em casa, principalmente os +velhos(faço 90 em 2021),trabalhando se possível. O SUS faz o que pode, como cada um deve fazer. Sejamos solidários. Juntos, para sobreviver à crise.
Almas pequenas se ligam a coisas pequenas: faltou um s num lado e sobrou noutro. Errei no teclar. Tomara fosse pequeno erro jogar o povo contra a democracia. É gigantesco. Enganos reconhecidos, mesmo dos considerados inimigos, não absolvem os extremistas dos seus próprios.