Não assinar o Prêmio Camões a Chico Buarque é uma pequenez.
Ironicamente, sua poesia atemporal retratou em tom profético a esperança de um povo roubado por seu corrupto de estimação:
“Apesar de você, amanhã há de ser outro dia
Você vai se dar mal, etc. e tal, lá laiá lá laiá”