Enquanto a misoginia não for crime, homens como o ator Juliano Cazarré seguirão lucrando com a deturpação dos verdadeiros valores da fé cristã e da paternidade para normalizar a violência contra as mulheres. A prática central da fé cristã não reforça submissão, mas rompe com ela. A paternidade real não exalta o controle, mas valoriza o cuidado compartilhado e a corresponsabilidade.
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