Condenados por fraudar a cena do crime. 2 anos. Regime aberto. Substituição da pena.
Foi isso que o Estado ofereceu como “justiça” no caso de Kathlen Romeu, grávida, 24 anos, morta com tiro de fuzil. E depois tentaram mentir, forjar confronto, apagar a verdade. Só agora, anos depois, há condenação, e ainda assim, branda.
Pelo homicídio, nem data de julgamento. No Rio, a regra é clara: quando a vítima é uma mulher negra, a justiça chega tarde, falha e incompleta.
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