A taxação de grandes fortunas na América Latina permitiria uma arrecadação de mais de R$ 128 bilhões por ano. É um absurdo que o 1% mais rico paga proporcionalmente menos impostos que os 50% mais pobres. Segundo o estudo, que analisa o sistema tributário do Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, México, Peru e Uruguai, a desigualdade na América Latina não vai se corrigir sozinha e nós precisamos de um imposto mínimo sobre as grandes fortunas. Taxar as grandes fortunas é urgente, justiça tributária é o que vai combater a desigualdade no Brasil e no mundo.
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