Enquanto o Brasil resgatou 2.772 pessoas de condições análogas à escravidão em 2025, uma desembargadora que recebe R$ 117 mil brutos tem a desfaçatez de dizer que juízes vivem um "regime de escravidão" por perderem penduricalhos. É um deboche histórico e humanitário comparar o corte de auxílios luxuosos com a dor de quem é escravizado ou com a exaustão da classe trabalhadora que definha na escala 6x1 por um salário mínimo. Esse delírio da elite do Judiciário não é apenas desconexão com a realidade, é um insulto direto a cada brasileiro que luta para sobreviver em um país onde o privilégio de poucos ainda é pago com o suor e o sangue de muitos.
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