Lembrar de Cláudia é não aceitar a naturalização da barbárie. 12 anos depois, a execução de uma mulher negra, mãe e trabalhadora segue sem justiça, enquanto os responsáveis seguem suas vidas, muitos ainda protegidos pelo Estado.
Isso tem nome: racismo estrutural. E precisa ter resposta. Claudia Presente!
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